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Lula autoriza consultas sobre uso da lei de reciprocidade contra os EUA após tarifaço

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o governo federal a realizar as consultas necessárias para avaliar se a taxa de 50% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros atende aos requisitos para que o Brasil possa recorrer à chamada lei de reciprocidade e adotar uma medida equivalente contra o país.

Segundo apuração da reportagem, Lula determinou que o Itamaraty acione a Camex (Câmara de Comércio Exterior) para investigar a aplicação da tarifa americana e tomar as providências cabíveis. Fontes diplomáticas afirmam que o processo é complexo, envolve prazos formais, consultas técnicas e possibilidade de negociação, podendo se estender por até sete meses.

“É um processo longo, com prazos, consultas e chance de negociação. Não é uma medida unilateral logo de cara. Seis, sete meses, dependendo do andamento”, disse uma fonte do Ministério das Relações Exteriores.

A tarifa de 50% imposta pelo presidente dos EUA, Donald Trump, foi anunciada em 9 de julho e passou a valer em 6 de agosto.

A princípio, todos os produtos brasileiros comprados pelos Estados Unidos seriam taxados. No entanto, ao oficializar a medida, Trump deixou 694 itens de fora da tarifa extra.

Uma semana depois da vigência da tarifa, o governo anunciou um plano de contingência — batizado de Plano Brasil Soberano — para socorrer os setores mais afetados.

A medida prevê a manutenção de empregos, a devolução de parte dos impostos pagos pelas empresas e a compra, pelo governo, de alimentos perecíveis para o consumo em escolas, hospitais e nas Forças Armadas.

Qual foi a decisão do presidente Lula em relação à tarifa imposta pelos Estados Unidos?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o governo federal a realizar consultas para avaliar se a taxa de 50% aplicada pelos Estados Unidos a produtos brasileiros permite que o Brasil recorra à lei de reciprocidade e adote uma medida equivalente contra os EUA.

Fonte R7

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